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3 de abril de 2012

Jornal diz que Mosquito se reuniu duas vezes com o Vasco

No dia 6 de janeiro, quando completou 16 anos, Mosquito ganhou uma viagem para Angra. Mas ficou faltando o presente que mais queria: um contrato com o Vasco. Ontem, o atacante, jovem promessa do clube, reapareceu para dizer que jamais desapareceu. Está voando por aí, esperando que o Vasco lhe ofereça um vínculo compatível com a importância de quem foi artilheiro e melhor jogador do Sul-Americano Sub-15, em dezembro, no Uruguai, com a camisa da Seleção.

O clube acusa-o de ter sumido há quatro meses, desde sua sétima convocação para a seleção brasileira. E
Mosquito ressalta que em dezembro recebeu do Vasco pela última vez a verba de R$ 1,8 mil, ajuda de custo atrasada, referente ainda ao mês de julho.

— Tenho treinado sozinho, na praia e na academia. Quero permanecer no 
Vasco, mas paciência tem limite. E a minha acaba nesta semana — diz, estabelecendo o prazo para que um contrato lhe seja apresentado.

Empresários do Grupo Haz, entre eles, Gustavo Arribas e Cacau Barbosa — que intermediou a venda de Philippe Coutinho para a Inter de Milão —, estão assumindo 
Mosquito, que por ora desistiu da salsicha e da carne moída servidas aos garotos da base do Vasco. Já houve duas conversas com Roberto Dinamite e, até agora, nenhum acordo no papel.

O rapaz, que fez 12 gols no Sul-Americano do Uruguai, deixou de ir aos treinos em Itaguaí e 
São Januário, e refugia-se no imóvel de dois quartos, alugado, no Pechincha, Jacarepaguá, ao lado da mãe, a enfermeira Andrea, e do padrasto, o comerciante Jeverson, ex-volante do Cruzeiro e Madureira.

Mosquito
, ou Thiago Rodrigues da Silva, nasceu em Nilópolis e, criado na Cidade de Deus, carrega outro capítulo triste de sua história: a prisão do pai, Alcides, por tráfico de drogas. Condenado a mais de 30 anos de prisão e enclausurado no complexo de Bangu, o pai jamais viu o filho jogar.

— Só visitei-o no início da pena. O ambiente é ruim. Meu pai não pode me ajudar e também não atrapalha. Mas é meu pai. Não há vitória sem luta. Quero chegar ao time profissional, continuar na Seleção e ajudar a família — encerra 
Mosquito, buscando fôlego para seguir voando alto.

Fonte: Blog Jogo Extra - Jornal Extra

21 de janeiro de 2012

COLUNA DO TORCEDOR

SALVE O FUTURO VASCAÍNO!

Venho por meio desta coluna, demonstrar minha posição em relação aos jovens talentos (que ainda não possuem contratos profissionais) do Vasco, recém campeões Estaduais e do Sul-Americano, com a Seleção. Uma notícia envolvendo a transferência de Matheus Índio para um rival, que supostamente teria oferecido um salário de 15 mil, pode significar muitas coisas. A fragilidade na manutenção de grandes promessas e/ou a falta de visão e planejamento da diretoria em relação ao futuro do Vasco.

Eleito melhor jogador do Sul-Americano sub-15, sendo também o artilheiro absoluto, Thiago Mosquito, vindo do arqui-rival Flamengo, já completou 16 anos e ainda não assinou seu primeiro contrato com o Vasco. Falta-nos dinheiro? Nos falta o que? Não posso acreditar que de uma temporada para a outra, o Vasco não possa cobrir uma suposta oferta de 15 mil/mês a um atleta que pode ser considerado uma das maiores promessas do futebol brasileiro em sua categoria. O Vasco se desfez de jogadores como Leandro, Julinho, Cesinha, Márcio Careca e Irrazábal. Com o salário de um desses atletas mencionados, se paga (cobre) um contrato vantajoso e digno de uma grande revelação.

Não posso deixar de mencionar outros atletas, menos badalados, mas com certeza com futuros brilhantes. Wellington Foguete (lateral-direito), Baiano (volante) e Danilo (meia) são destaques da Seleção sub-15 e também, sem dúvidas, serão futuros craques da geração.

A bronca com diretoria, em relação a base, não vem de agora. O Vasco sempre foi um clube formador de grandes craques, como o próprio Presidente Dinamite, Romário, Geovani, Edmundo, Felipe e Pedrinho. Ter uma entre-safra é comum em todos os times do Mundo, mas quando se deslumbra um futuro, não muito distante, temos de cobrar. Alguns atletas da equipe sub-18 demonstram futebol para brilharem na equipe principal do Vasco. Marquinhos, Yago e John Cley são atletas promissores e não tiveram grandes holofotes, não dificultando a assinatura dos mesmos com o Vasco.

Agora a história é diferente, Índio, Mosquito, Foguete, Baiano e Danilo, são atletas na vitrine vascaína, já despontaram com a camisa do Vasco e da Seleção Nacional. Demonstrando grande futebol, alguns já despertaram interesses de clubes pelo mundo.
Pensando em alguns nomes como Pato, Neymar e Lucas, me vem a cabeça seus enormes potenciais desde 14, 15, 16 anos e seus respectivos clubes tiveram visão e a coragem necessária para segurá-los.

Chegou a nossa vez! Temos grandes promessas e podemos, sim, segurá-los. O Vasco é um gigante, possuí uma boa estrutura e financeiramente já estivemos piores.
Atenção diretoria, segurar esses craques de 15, 16 anos é obrigação.

Por Vascaínos FC

6 de janeiro de 2012

Mosquito completa 16 anos e Vasco prepara contrato profissional


Os 16 anos representam uma espécie de maioridade na carreira de um jogador de futebol. Afinal, é a partir desta idade que o atleta pode finalmente assinar um contrato profissional com um clube. Atento a isso, o Vasco finaliza o processo para garantir a permanência de Mosquito, que faz aniversário nesta sexta-feira. O atacante foi o grande nome da Seleção Brasileira sub-15 que recentemente conquistou o Sul-Americano da categoria. 

Assim como os demais jogadores que defenderam a Seleção, Mosquito está de férias até o início de fevereiro. Quando voltar ao trabalho, o atacante, seus pais e o Vasco deverão formalizar o vínculo, que terá duração de três anos – o máximo tempo possível da duração do contrato permitido a um atleta de 16 anos. O jogador foi recentemente promovido aos juvenis e não foi incluído no grupo que na madrugada desta sexta-feira viajou para a disputa de um torneio no Qatar. 

- Quando os pais querem que o atleta fique, é mais de metade do caminho andado para a assinatura, e esse é o caso do Mosquito. O contrato está sendo feito pela diretoria, mas acreditamos que tudo será resolvido tranquilamente. Estamos conversando com os responsáveis do jogador desde o ano passado, e agora que ele completou 16 anos, é dar continuidade - afirmou Humberto Rocha, diretor das divisões de base do Vasco. 

O lateral-direito Foguete e o meia Danilo, que também defenderam a Seleção sub-15, deverão assinar contratos profissionais com o Vasco em breve. Mosquito, cujo nome de batismo é Thiago Rodrigues, foi eleito o melhor jogador e terminou o Sul-Americano como artilheiro, com 12 gols em sete partidas disputadas. 

Fonte: GloboEsporte.com

7 de dezembro de 2011

Destaque no Sul-Americano Sub-15, Mosquito quer ficar no Vasco


Para muitos, Thiago Rodrigues ainda é um desconhecido no futebol. Mas os rivais do Brasil no Sul-Americano Sub-15 conhecem bem o jogador. Talvez não com esse nome. Mosquito fez jus ao apelido durante a competição, com habilidade e rapidez, fez um "zum zum zum" na defesa dos adversários, se tornou o artilheiro, com 12 gols e foi eleito o melhor jogador do torneio.

Quem ouve falar em um jogador com o apelido de "Mosquito", pensa logo em um jovem elétrico e agitado. No entanto, Thiago é tímido, de poucas palavras e ainda não está acostumado com o assédio da imprensa. Com o voo no Sul-Americano, o jogador da base do Vasco passou a ser mais conhecido pela torcida. Para o futuro, ele garante que não quer se desfazer do apelido.

- Não tem mais como, já pegou - admite.

O estilo de jogo poderia justificar o apelido. Rápido, hábil e com precisão para marcar os gols, foram 12 nos sete jogos do Sul-Americano. Mas também não é por isso que Thiago ganhou um novo nome. Quando jogava futebol de salão no Fluminense, seu treinador contou que o menino era parecido com um amigo seu, conhecido como Mosquito. A partir de então, o apelido ficou.

A mãe Andreia, chamada pelos amigos do jogador de "Dona Mosquita", conta que o filho sempre sonhou em ser jogador. Aos cinco anos, a avó Dona Eliete, conhecida como Baiana, levava o neto para a escolinha. Depois, passou pelo Fluminense e pelo Flamengo, mas foi parar no Vasco no início de 2009, porque o clube da Gávea não fornecia ajuda de custo. No mesmo ano, foi campeão estadual de campo e de futsal atuando pelo time mirim (12 e 13 anos). Em julho de 2011, foi campeão da Mini-Copa América Sub-15 com a Seleção Brasileira. Era o início de uma trajetória com a amarelinha que ganha a cada dia novos capítulos, como a conquista do Sul-Americano na última semana.

- Graças a Deus deu tudo certo. Estávamos focados na competição. Passamos um mês treinando na Granja Comary e 15 dias no Uruguai. Não deu tempo de conhecer nada, era só treino e descanso - relembra Mosquito, que há um mês conquistou o Campeonato Carioca na categoria infantil (14 e 15 anos).

Caseiro, Mosquito mora no bairro de Pechincha, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com a mãe e o padrasto Jeverson. A família sempre incentivou a carreira do jogador, inclusive, o acompanhando de perto durante a disputa do Sul-Americano no Uruguai. Andreia conta que passou a viver o futebol em função da paixão do filho e não esquece a experiência de ter estado junto com ele nessa conquista.

- Foi muito emocionante estar lá no Uruguai. Chorei muito, principalmente quando entregaram os troféus. Ficamos no mesmo hotel na final, quando ele tinha uma folga, ia para o meu quarto. Só de estar perto dele já foi maravilhoso. A própria comissão técnica falou que essa força que eles tinham vinha do apoio dos pais - relembra emocionada.

Fazer faculdade está nos planos da revelação

Mesmo com a carreira de jogador encaminhada, Mosquito não deixa os estudos de lado. Terminando o primeiro ano do Ensino Médio, tem os pés no chão e planos de cursar faculdade. A mãe dá forças e ressalta a necessidade de o filho estudar mais uma língua, para poder "se virar nas viagens".

- Pretendo continuar estudando, porque ninguém sabe quem vai chegar no profissional. Tenho fé, acredito muito que vou chegar, mas tenho que continuar estudando, porque daqui para frente ninguém sabe. Quero fazer faculdade de Educação Física - garante Mosquito.

Fora da escola, que fica na sede do clube em São Januário, o adolescente se diz um menino família. Gosta de ficar em casa e curtir a namorada Bruna, com quem namora há mais de três anos. O único lamento é não poder ficar até tarde na rua, como seus colegas, por causa de treinos no dia seguinte. Mas diz entender e aceitar que foi o caminho que escolheu. Seu comportamento tranquilo e sua dedicação aos treinos rendem elogios dentro do Vasco.

- É um típico menino de 15 anos. Estuda, é bom com os colegas, tem uma família bem equilibrada. É bom companheiro, bom colega. Cumpre todas as obrigações dentro e fora de campo, não chega atrasado. É um exemplo de atleta e de família - afirma o gerente das categorias de base do clube, Humberto Rocha.

Planos de permanecer no Vasco

No próximo dia 6, Mosquito completará 16 anos. A partir de então, já pode assinar o primeiro contrato profissional. Apesar de diversos jogadores terem sofrido assédio de clubes europeus durante o Sul-Americano, Mosquito garante querer ficar no Vasco.

- Meu plano é chegar no profissional no Vasco, conseguir uma carreira lá dentro. Eu gosto do clube. Tem que sentar com eles, conversar, ver o que vamos resolver. Eu só me preocupo em jogar, minha mãe que vê essa parte de proposta - explica o jogador, que tem Alexandre Pato e Ronaldo como ídolos.

A mãe garante que quer ver o filho jogando no Brasil ainda por muito tempo. E, se depender do Vasco, a história terá um final feliz. Segundo Humberto, o clube já está formulando um contrato para apresentar ao jogador.

- Queremos que ele fique na base, chegue ao profissional e seja um ídolo. Não só do Vasco, como também do Brasil - exalta o gerente das divisões de base.

Fonte: GloboEsporte.com

5 de dezembro de 2011

Mosquito: Artilheiro e melhor jogador


Atacante do Vasco da Gama e da Seleção Sub-15 marcou 11 gols e foi eleito melhor jogador do Sul-Americano do Uruguai

Com apenas 15 anos, um garoto ainda, o atacante Mosquito já desponta como grande promessa do futebol brasileiro. No Sul-Americano Sub-15 do Uruguai 2011, em que a 
Seleção conquistou o tricampeonato da competição, ele marcou 11 gols, foi o artilheiro e eleito o melhor jogador do torneio.

A média de gols de Mosquito foi impressionante, digna de um atacante de respeito. Em sete jogos disputados, o camisa 9 da Seleção marcou 11 vezes. Na conta exata isso significa 1,57 gol por partida.


Mais impressionante ainda é o fato de que nas duas primeiras partidas, um 0 a 0 com a Colômbia e uma vitória por 5 a 1 em cima do Peru, Mosquito passou em branco. A sequencia de gols começou contra a Peru. Logo cinco de uma vez na goleada por 6 a 1 em cima da Bolívia. Contra o Paraguai, na última partida da primeira fase, marcou mais um.


No quadrangular final, na momento de ser decisivo, ele mostrou que estava pronto. Marcou dois contra a Argentina na vitória por 4 a 2. Contra a Colômbia, em partida que acabou com o mesmo placar, mais dois gols. E contra o Uruguai, para se despedir da competição com chave de ouro, marcou o último gol do Brasil na goleada por 4 a 0.

Fonte: Site oficial da CBF

26 de novembro de 2011

Mosquito marca e seleção sub-15 se classifica: 2 X 0

Com uma vitória por 2 a 0 em cima do Paraguai, neste sábado, a Seleção Sub-15 se classificou para a fase final do Sul-Americano da categoria. Os gols da partida foram marcados por Mosquito e Léo.

No primeiro tempo, o Brasil começou bem, dominou as ações e saiu na frente. Mosquito, artilheiro da competição com seis gols, abriu o placar para a Seleção.


Já na segunda etapa, o Paraguai igualou as ações, mas não conseguiu marcar. Na verdade, quem ampliou e selou a vaga para a fase final foi o Brasil. Léo, de cabeça, foi o autor do gol.


O quadrangular final do Sul-Americano Sub-15 será disputado por Uruguai e Argentina, classificados do Grupo A, e Brasil e Colômbia, do Grupo B. Todas as seleções irão se enfrentar para decidir o campeão. E o primeiro passo da Seleção será contra os hermanos, no dia 28, na cidade de Trinidad, no Uruguai.


Fonte: Site oficial da CBF

24 de novembro de 2011

COM SHOW DE MOSQUITO, SELEÇÃO GOLEIA A BOLÍVIA: 6 X 1

A Seleção Brasileira Sub-15 continua empolgada no Sul-Americano da categoria. Depois de empatar com a Colômbia em 0 a 0 na estreia, o Brasil goleou os dois jogos seguintes: contra o Peru, por 5 a 1, e contra a Bolívia, nesta quinta-feira, por 6 a 1.

No início do primeiro tempo, Robert, em uma jogada pela direita com Caio, marcou o primeiro da Seleção na partida. Os outros cinco gols foram de Mosquito, na segunda parte do jogo.

Em uma bobeada da zaga boliviana, no primeiro minuto do segundo tempo, o camisa 9 marcou mais um para o Brasil. O terceiro veio de uma tabelinha com Índio.

Saavedra ainda conseguiu diminuir para a Bolívia, mas já era tarde. Mosquito estava impossível e ainda fez mais três gols, sendo um deles "de letra" e outro de pênalti.

O Brasil está com 7 pontos no Grupo B do Sul-Americano do Uruguai, empatado com a Colômbia. Paraguai e Peru, ambos com 3, se enfretam nesta quinta-feira ainda. A Bolívia tem zero pontos.

O próximo desafio da Seleção será contra o Paraguai, neste sábado, dia 26 de novembro.

No domingo, o coordenador das Seleções de base Ney Franco viajará para Rivera, no Uruguai, para acompanhar a fase final do Sul-Americano.

BRASIL:
 Marcos, Foguete, Lucas, Lincon e Yan; Baiano, Danilo (Gabriel), Robert e Índio; Mosquito e Caio.

VÍDEO:



Fonte: Site oficial da CBF (texto) e GloboEsporte.com (vídeo)

18 de junho de 2011

PROMESSA DA COLINA: THIAGO RODRIGUES 'MOSQUITO'


Anotem este nome: Thiago Rodrigues, mas conhecido como 'Mosquito', joga no Vasco, na categoria sub-15 e vem sendo chamado constantemente para a seleção brasileira da categoria.

Confira vídeos de uma de nossas maiores promessas:





Veja também:
 
Vascaínos são convocados para Seleção Brasileira Sub-15
 
FICHA:

Nome: Thiago 'Mosquito' Rodrigues da Silva
Nascimento: 06/01/1996
Nacionalidade: Brasil
Altura: 175 cm

Confira matéria no SUPERVASCO.

Por Vascaínos FC