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| Créditos: Marcelo Sadio / Vasco.com.br |
O Vasco não terá dois dos seus principais jogadores para a partida contra o Nacional (URU), na próxima quinta-feira, pela Copa Santander Libertadores. O técnico Cristóvão Borges confirmou após o treinamento desta terça que Felipe e Juninho ficarão no Rio de Janeiro.
Segundo o comandante, o Maestro ainda não tem condições de jogo, em função da tendinite no ombro direito. Já o Reizinho voltou aos treinamentos nesta segunda, após uma cirurgia dentário, e fica no clube para aprimorar a forma física.
- Não levo nenhum dos dois. Vão ficar. O Felipe não viaja por causa da lesão. O Juninho por não ter treinado alguns dias. Por termos as semanas inteira para treinar ele vai ficar. Podemos contar com mais jogadores nesse jogo, vamos pensar no jogo de domingo contra o Nova Iguaçu - confirmou Cristóvão.
No caso de Juninho, o meia chegou a pedir para integrar a delegação que viaja na tarde desta terça. Cristóvão revelou que uma conversa com o jogador, ao lado da comissão técnica, preparadores e fisiologistas convenceu o camisa 8 que a melhor opção seria ficar no Rio para uma semana inteira de treinamentos.
- Ele conversou comigo e pediu para jogar. Ele queria ir para o jogo. Expliquei para ele que era melhor ele ficar para o jogo do Carioca. Se tivéssemos ganho do Fla, ele estaria na viagem para o Uruguai. Ele treinou bem, mas chegar no jogo e jogar bem é diferente. Entendemos que ele ficando e treinando a semana inteira é mais importante - frisou o treinador.
Fonte: Lancenet
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Daniel Freitas considera as expulsões um excesso do árbitro
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| Créditos: Marcelo Sadio / Vasco.com.br |
Éder Luis não entrou na súmula do árbitro Wagner dos Santos, que expulsou cinco jogadores do Vasco em razão da confusão no fim do clássico de sábado com o Flamengo, no Engenhão. O atacante, no entanto, partiu em defesa dos companheiros. Segundo o camisa 7, nem tudo o que se vê pela televisão pode ser interpretado com sangue frio.
“Quem tá vendo pela tevê é uma coisa, mas lá no calor é f...Você viu o contra-ataque do Léo Moura? Bacana, né? Mas na jogada, você viu a falta do Ronaldinho (Gaúcho) no Rômulo? Tem coisa que lá dentro só a gente enxerga”, discursou o atacante, referindo-se a um lance cujo lateral do Flamengo entrou livre na área mas chutou à direita de Fernando Prass, no fim do segundo tempo, pouco antes do gol de pênalti marcado por Ronaldinho.
Não que Éder Luis esteja fazendo apologia à truculência usada pelos jogadores no fim da partida. Como o próprio árbitro relatou na súmula, houve tentativa de agressão e bola atirada com força na sua direção. O atacante, porém, se refere à cabeça quente no calor da partida. Houve exagero, mas ele entende o ímpeto dos companheiros por quererem ganhar a partida.
“Lá dentro, a decisão é outra. De cabeça fria, é fácil falar. Agora não se pode fazer mais nada. Aquela foi a decisão que eles tomaram”, comentou o atacante, pouco antes de a súmula ser publicada.
O diretor de futebol Daniel Freitas condenou o rigor adotado por Wagner dos Santos na súmula. "Ainda não vi, mas acredito que a expulsão de cinco jogadores foi um exagero. O Jorge Rabello acha que está tudo legal com a arbitragem? Então não tem muito o que fazer".
Fonte: iG Esportes
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Carlos Alberto será o camisa 84 no seu recomeço no Vasco
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| Créditos: Marcelo Sadio / Vasco.com.br |
O desempenho nos treinamentos e o comprometimento mostrado no dia a dia têm rendido elogios internos. Assim, no próximo domingo, Carlos Alberto poderá começar a escrever uma história interrompida exatamente em 27 de janeiro de 2011. Vestindo agora a camisa 84, o meia entrou nos planos da comissão técnica do Vasco para enfrentar o Nova Iguaçu, no próximo domingo, no que será sua reestreia exatamente 443 dias aós sua último jogo pelo clube. A partida, em Moça Bonita, vale vaga na semifinal da Taça Rio.
O Vasco mantém a postura de não fazer alarde em tudo o que se refere a Carlos Alberto. Sem ter de volta a camisa 19 de sua preferência - que atualmente pertence a Nilton -, o meia escolheu o número 84, que significa o ano de seu nascimento (em 11 de dezembro). Caso seja inscrito nas oitavas de final da Libertadores, ele utilizará o número 11, que foi de Carlos Tenorio, ou 20, que era de Bernardo na primeira fase.
No que se refere à preparação, a postura do Vasco é também de resguardar o jogador. A aposta da comissão técnica é numa semana decisiva para Carlos Alberto, que vai aproveitar a viagem da equipe ao Uruguai para trabalhar técnica e fisicamente. No entanto, a avaliação geral em São Januário é a de que o jogador vem cumprindo de maneira exemplar a programação estipulada e mostra resultados satisfatórios.
Além disso, a presença de Carlos Alberto se faz ainda mais necessária desde a última segunda-feira, quando foi divulgada a súmula da derrota por 2 a 1 para o Flamengo, no último sábado. O Vasco teve cinco jogadores expulsos, sendo que Eduardo Costa, Fellipe Bastos e Diego Souza como integrantes do meio-campo. Além disso, Felipe, com dores no ombro direito, tem poucas chances de atuar.
Contratado no início de 2009, Carlos Alberto foi o grande nome do Vasco no retorno à Série A. No ano seguinte teve seu contrato renovado até agosto de 2013, mas sofreu uma série de lesões e pouco atuou. Em 2011, deixouSão Januário aós discussão com o presidente Roberto Dinamite e foi emprestado a Grêmio e Bahia, pelos quais passou discretamente.
De volta ao Vasco em 2012 inicialmente fazendo treinos separados, Carlos Alberto acabou por se reaproximar de Roberto Dinamite, com o qual se reuniu para selar as pazes. No dia 27 de março o meia passou a trabalhar com a equipe principal, mas em princípio sem previsão de ser relacionado. No entanto, a comissão técnica agora julga que aós mais uma semana de atividades em bom nível, o jogador estará apto a recomeçar sua trajetória no clube.
O Vasco mantém a postura de não fazer alarde em tudo o que se refere a Carlos Alberto. Sem ter de volta a camisa 19 de sua preferência - que atualmente pertence a Nilton -, o meia escolheu o número 84, que significa o ano de seu nascimento (em 11 de dezembro). Caso seja inscrito nas oitavas de final da Libertadores, ele utilizará o número 11, que foi de Carlos Tenorio, ou 20, que era de Bernardo na primeira fase.
No que se refere à preparação, a postura do Vasco é também de resguardar o jogador. A aposta da comissão técnica é numa semana decisiva para Carlos Alberto, que vai aproveitar a viagem da equipe ao Uruguai para trabalhar técnica e fisicamente. No entanto, a avaliação geral em São Januário é a de que o jogador vem cumprindo de maneira exemplar a programação estipulada e mostra resultados satisfatórios.
Além disso, a presença de Carlos Alberto se faz ainda mais necessária desde a última segunda-feira, quando foi divulgada a súmula da derrota por 2 a 1 para o Flamengo, no último sábado. O Vasco teve cinco jogadores expulsos, sendo que Eduardo Costa, Fellipe Bastos e Diego Souza como integrantes do meio-campo. Além disso, Felipe, com dores no ombro direito, tem poucas chances de atuar.
Contratado no início de 2009, Carlos Alberto foi o grande nome do Vasco no retorno à Série A. No ano seguinte teve seu contrato renovado até agosto de 2013, mas sofreu uma série de lesões e pouco atuou. Em 2011, deixouSão Januário aós discussão com o presidente Roberto Dinamite e foi emprestado a Grêmio e Bahia, pelos quais passou discretamente.
De volta ao Vasco em 2012 inicialmente fazendo treinos separados, Carlos Alberto acabou por se reaproximar de Roberto Dinamite, com o qual se reuniu para selar as pazes. No dia 27 de março o meia passou a trabalhar com a equipe principal, mas em princípio sem previsão de ser relacionado. No entanto, a comissão técnica agora julga que aós mais uma semana de atividades em bom nível, o jogador estará apto a recomeçar sua trajetória no clube.
Fonte: GloboEsporte.com



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