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15 de março de 2012

Jogadores que atuaram no Paraguai não devem ser problemas para enfrentar o Botafogo


Créditos: Marcelo Sadio / Vasco.com.br
No calor do pós-jogo contra o Libertad, a comissão técnica vascaína mostrou preocupação com quatro jogadores vascaínos: Nilton, AlecsandroRenato SilvaRodolfo. Todos deixaram o campo se queixando de algum tipo de dor. No entanto, no desembarque da tarde desta quinta-feira, tanto os próprios jogadores como o médico do clube que acompanhou a delegação, Albino Pinto, garantiram que amanheceram melhores e que podem até se colocar à disposição do técnico Cristóvão Borges para o clássico de domingo, contra o Botafogo.
Quem chamou mais atenção foi Rodolfo. O zagueiro sofreu um pisão no pé direito e ainda sentiu dores em função de um calo no pé esquerdo. Por causa disso, acabou tendo que viajar de chinelos, evidenciando uma proteção nos dois pés. Em poucas palavras, ele tranquilizou a todos.
- Foi um lance de jogo mesmo. Senti dores, mas não preocupa, não - disse.
Alecsandro, que sentiu um incômodo na coxa esquerda, admitiu que o cansaço da partida e da viagem foi grande, disse que ainda não conversou detalhadamente com o departamento médico, mas lembrou que quer estar em campo sempre.
- Vamos esperar a reavaliação, mas estou tranquilo. Se estiver 100% entro em campo no domingo. Vamos aguardar. A viagem e o jogo foram bastante cansativos, principalmente após a expulsão do Diego Souza - afirmou.
Nilton sentiu um leve incômodo no joelho esquerdo e Renato Silva reclamou de cansaço muscular. Mas segundo o doutor Albino Pinto, não houve nada de grave.
- Eles serão reavaliados, mas em um primeiro momento ninguém representa um risco maior e todos podem até estar disponíveis para jogar o clássico - finalizou.
Os jogadores que desembarcaram no Rio de Janeiro ganharam a quinta-feira para descansar. O time se reapresenta nesta sexta-feira, às 9h (de Brasília), em São Januário. O Vasco volta a entrar em campo no próximo domingo, contra o Botafogo, no Engenhão.
Fonte: GloboEsporte.com


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Diego Souza admite que perdeu a cabeça



Crédito: Marcelo Sadio / Vasco.com.br
Um dos principais jogadores do Vasco, Diego Souza é conhecido não só pela habilidade, mas também pelo forte temperamento. Tanto que, na noite dessa quarta-feira, no empate por 1 a 1 com o Libertad, no Paraguai (veja vídeo ao lado), o meia amargou sua terceira expulsão desde que chegou ao clube, há um ano. Neste período, nenhum outro jogador cruz-maltino levou o cartão vermelho tantas vezes.
O curioso é que as três expulsões tiveram motivos distintos e a única originada de uma falta ocorreu justamente nessa quarta-feira (veja vídeo ao lado). O meia, na verdade, havia acabado de levar uma entrada violenta não punida pelo árbitro com cartão e resolveu revidar acertando uma cotovelada no peito de Benegas. Após a expulsão, ele ficou inconformado e, antes de sair, quase causou uma briga generalizada entre os dois times. Com um a menos, o Vasco passou a enfrentar dificuldades e sofreu o gol de empate do Libertad.
Com a cabeça mais fria e já de volta ao Rio de Janeiro, Diego Souza, que, na partida, cometeu uma falta e sofreu duas, reconheceu que perdeu a cabeça e se desculpou com a torcida vascaína.
- Realmente perdi a cabeça, mas foi em função de ter apanhado o jogo inteiro. Estou com um rasgo na minha perna. Isso acontece sempre nos jogos fora de casa, e ninguém é punido. Mas venho aqui pedir desculpas, como fiz com meus companheiros. Passou, é uma pena, mas bola para frente que na quarta que vem tem outra batalha - disse o jogador:
O técnico Cristóvão Borges usou o mesmo critério para defender o pupilo:
- Houve uma disputa de bola, e ele foi se proteger. O Diego é um jogador forte e que usa muito o corpo para fazer jogadas. Em relação ao lance, é critério da arbitragem.
Felipe também saiu em defesa do companheiro e disse que Diego ficou muito chateado por ter prejudicado o time.
- Ele ficou chateado demais e nos pediu desculpas. É uma pena. Tivemos o jogo inteiro no nosso controle e tenho convicção de que a vitória viria caso a gente continuasse com 11 em campo. Mas o árbitro foi muito rigoroso. Tiveram outros lances violentos que ele não utilizou o mesmo critério - opinou o Maestro.
Fonte: GloboEsporte.com


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