
Segundo a Folha apurou, a operação custou US$ 60 mil (cerca de R$ 110 mil), e a conta foi igualmente dividida entre Santos, Atlético-MG, Vasco, Botafogo, Flamengo e Fluminense. O Corinthians, de Ralf, não quis participar.
Lucas e Oscar, os outros jogadores que atuam no Brasil e estiveram com a seleção no México, voltariam ao país em voos de carreira hoje.
A iniciativa dos clubes irritou a CBF, que se recusou a comentar o assunto em Torreón. A entidade oferece passagens em classe executiva de voos de carreira quando a seleção se reúne no exterior.
O artigo 27 do Regulamento Geral das Competições diz que nenhum atleta profissional poderá disputar partidas sem o intervalo mínimo de 66 horas. Mas o parágrafo 3º do mesmo artigo abre caminho para os clubes.
Em casos excepcionais, a diretoria de competições, de forma justificada, poderá autorizar a realização das partidas e a participação de jogadores sem a observância dos intervalos mínimos.
Fonte: Folha de São Paulo
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